Para voos nacionais com cachorro no Brasil, o tutor deve apresentar um atestado sanitário emitido por médico-veterinário inscrito no CRMV da UF de origem, além de comprovante de vacina antirrábica válido. Segundo a Cartões e Viagens (publicação de 18/10/2026), esses são os documentos exigidos em trânsito nacional. A fonte é um artigo especializado em viagens, não uma página oficial, por isso vale confirmar os requisitos antes da viagem.
Quais documentos exigem os voos nacionais com cachorro?
Documentos exigidos no voo doméstico
| Documento | Exigência indicada na fonte |
|---|---|
| Atestado sanitário | Emitido por médico-veterinário inscrito no CRMV da UF de origem |
| Comprovante de vacina antirrábica | Deve estar válido na data da viagem |
Segundo a mesma fonte (não oficial), as duas exigências valem para cães e gatos em trânsito nacional.
Quem define a referência: a UF de origem
A referência territorial é a UF de origem, ou seja, o estado de onde o animal parte. É nela que o veterinário responsável pelo atestado deve estar inscrito no CRMV. A fonte consultada não descreve exigências específicas para o estado de destino, portanto o tutor deve verificar esse ponto separadamente se a viagem envolver mais de uma UF.
Documentação reunida para o despacho
Para evitar problemas no balcão, siga esta sequência:
- Reúna o atestado sanitário e o comprovante da antirrábica em um único conjunto de papéis.
- Confira se as duas datas de emissão e de validade cobrem o dia do voo.

Atestado de saúde veterinário e vacina antirrábica
Para voar com cão ou gato dentro do Brasil, o tutor precisa apresentar um atestado sanitário emitido por médico-veterinário e um comprovante de vacina antirrábica válido. Segundo o artigo Cartões e Viagens (18/10/2026), a Portaria ANAC nº 12.307/2023 exige que o responsável apresente, no despacho, os requisitos de saúde animal aplicáveis à viagem.
Registro do médico-veterinário no CRMV da UF
O atestado deve ser assinado por um profissional inscrito no CRMV (Conselho Regional de Medicina Veterinária) da unidade federativa de origem da viagem. Antes de marcar a consulta, confirme que o veterinário está em situação regular no conselho da UF onde o animal embarca. Anote o número de inscrição e a UF, porque o balcão de check-in pode pedir essas informações para conferência.
Conteúdo mínimo do atestado sanitário veterinário
A fonte consultada não traz uma lista oficial de campos obrigatórios para o atestado nacional. Os elementos abaixo são apenas sugestões práticas de conferência, não uma lista oficial; confirme os campos exigidos com a companhia aérea e o médico-veterinário.
| Elemento | O que conferir no documento |
|---|---|
| Identificação do tutor | Nome e documento do responsável que viaja com o animal |
| Identificação do animal | Espécie, raça, sexo, idade e nome, de forma que corresponda ao animal presente |
| Dados do veterinário | Nome e número de inscrição no CRMV, com a UF |
| Data do exame | Dia em que o exame clínico foi realizado, com assinatura do profissional |
| Resultado do exame | Declaração de que o animal foi examinado e não apresenta sinais clínicos impeditivos ao voo |
Comprovação da vacina antirrábica no documento apresentado
O comprovante da vacina antirrábica deve estar associado ao mesmo animal descrito no atestado. Verifique:
- a data de aplicação e a data de validade indicada no registro;
- a assinatura e os dados do profissional que aplicou a dose.
O MAPA exige GTA para cães?
Segundo a fonte consultada, não: o MAPA não exige GTA (Guia de Trânsito Animal) para cães e gatos em trânsito nacional. A afirmação vem de um artigo da Cartões e Viagens, publicado em 18/10/2026, e não de página oficial do ministério.
| Fonte | Tipo | O que afirma sobre GTA em trânsito nacional | Força da informação |
|---|---|---|---|
| Cartões e Viagens (artigo de 18/10/2026) | Imprensa especializada em viagens | Não exige GTA para cães e gatos | Secundária: não cita o ato normativo que fundamenta a afirmação |
| Página oficial do MAPA | Órgão federal de defesa agropecuária | Não consultada para este artigo | Primária: deve ser verificada antes da viagem |
A diferença entre as duas fontes é decisiva. Um artigo de viagens pode simplificar a norma sanitária ou estar desatualizado, e a exigência de trânsito animal é uma questão federal. Por isso, a resposta de um blog ou de um portal de notícias serve como ponto de partida, não como confirmação.
Como confirmar antes de viajar
- Consultar o site do MAPA e registrar a data da consulta e o texto da norma ou orientação encontrada.
- Guardar a resposta por escrito (e-mail ou chat oficial) junto dos documentos da viagem.
O que muda nos voos internacionais?
Em voo internacional, a documentação depende do país de destino, e não apenas das regras brasileiras. O documento que permite sair do Brasil com o animal é o Certificado Veterinário Internacional (CVI), mas ele não garante a entrada em outro país. Cada destino define suas próprias condições de ingresso, por isso essas condições precisam ser conferidas antes da compra da passagem.
| Ponto de verificação | Voo nacional (cão ou gato) | Voo internacional |
|---|---|---|
| Documento de referência | Atestado sanitário emitido por médico-veterinário inscrito no CRMV da UF de origem, com comprovante de vacina antirrábica válido | Certificado Veterinário Internacional (CVI) para a saída do Brasil |
| Quem define as exigências | Regras nacionais | Autoridades do país de destino |
Exigências de entrada no país de destino
A entrada é decidida pelo país de chegada. Um animal pode cumprir todas as exigências brasileiras e, ainda assim, ser recusado na imigração ou na inspeção sanitária do destino. Por isso, a primeira etapa é identificar qual órgão veterinário ou de agricultura do país de destino trata da importação de animais de companhia, e quais documentos ele pede.
Função do CVI como documento de saída
O CVI serve para deixar o Brasil. Ele não substitui os requisitos de entrada do país visitado nem os de eventuais escalas. Em uma viagem com conexão, convém verificar também o país onde a escala ocorre, já que ele pode aplicar regras próprias.
Checagem em fonte oficial do país de destino
A informação sobre o CVI neste texto vem de um blog de imprensa, não de uma página oficial; confirme o procedimento de emissão do CVI junto ao MAPA e ao país de destino. Para a entrada, a verificação deve seguir este roteiro:
- Localizar o site oficial do órgão veterinário ou de agricultura do país de destino.
- Confirmar a versão atual das exigências e a data de atualização publicada.
- Anotar os documentos exigidos e quais devem ser traduzidos ou legalizados.
- Repetir a consulta perto da data da viagem, porque as regras podem mudar.

O que é o CVI e como obtê-lo?
O Certificado Veterinário Internacional (CVI) é o documento usado para sair do Brasil com um cão ou gato em viagem para outro país. Ele é distinto do atestado sanitário exigido em voos nacionais, que é emitido por médico-veterinário inscrito no CRMV da UF de origem. Esta informação vem da Econet Editora, um blog de imprensa.
Finalidade na saída
O CVI comprova a condição sanitária do animal no momento da saída do país. Como cada destino define suas próprias exigências, o certificado não tem um modelo único válido para todos os países.
Etapas gerais para solicitá-lo
- Procurar um médico-veterinário. Leve o cartão de vacinação e o histórico clínico do animal, e peça que ele indique quais vacinas, exames e prazos o caso exige.
- Pedir a lista de dados exigidos. Solicite a confirmação de cada campo que o certificado deve trazer para aquele destino.
- Verificar o prazo. Confirme com o veterinário e a companhia o intervalo permitido entre a emissão e o embarque.
- Revisar o documento antes do embarque. Confira o país de destino indicado no documento.
Dados que o certificado precisa conter
A ficha de referência não traz a lista de campos do CVI, então este conteúdo não pode ser detalhado aqui. Os dados devem ser definidos pelo veterinário a partir das exigências do destino, e não pela lista de um modelo genérico.
Qual é o papel da ANAC e da companhia aérea?
A regulação federal da aviação e a política comercial de cada companhia são camadas diferentes. Segundo a Cartões e Viagens (publicação de 18/10/2026), a Portaria ANAC nº 12.307/2023 não fixa peso máximo nacional para animais e não obriga toda companhia a aceitá-los. Ela estabelece que o responsável apresente, no despacho, os requisitos de saúde animal aplicáveis e que o animal passe por inspeção de segurança. Aceitação, limites operacionais e prazos documentais específicos ficam a critério de cada empresa.
O que a regulação federal define
- Apresentação, no despacho, dos requisitos de saúde animal aplicáveis à viagem.
- Inspeção de segurança do animal antes do embarque.
O que a regulação federal não define
- Peso máximo válido em todo o território nacional.
- Obrigação de que toda companhia aceite animais a bordo.
O que cada companhia decide
As empresas definem se aceitam animais e em quais serviços, além de regras próprias de documentação. O caso da Azul ilustra essa diferença: para o serviço Pet na Cabine, a empresa exige atestado emitido em até 10 dias antes da viagem. Trata-se de uma regra da companhia, e não de uma exigência nacional. Outra empresa pode adotar prazo diferente.
| Ponto | Regulação federal (ANAC) | Companhia aérea |
|---|---|---|
| Base normativa | Portaria ANAC nº 12.307/2023 | Política comercial própria |
| Peso máximo | Não fixado em nível nacional | Definido pela empresa, quando aplicável |
| Aceitação do animal | Não obriga toda companhia a aceitar | Decide se aceita e em quais serviços |
| Documentação no despacho | Exige apresentar os requisitos de saúde aplicáveis | Pode fixar prazo de validade do atestado (Azul: até 10 dias antes da viagem) |
| Verificação | Inspeção de segurança do animal | Aplica o procedimento de embarque da empresa |
O que fazer se a documentação não estiver em ordem?
Se o atestado sanitário ou o comprovante da vacina antirrábica estiver incompleto ou vencido, o embarque pode ser recusado no balcão de despacho. Segundo o artigo da Cartões e Viagens de 18/10/2026, sem documentação em ordem a companhia pode negar o transporte. A fonte não descreve um procedimento de recurso no balcão, por isso a prevenção é a ação mais eficaz.
Contato com a companhia antes do dia do voo
A consulta prévia à companhia aérea é o passo que evita a recusa. Antes da viagem:
- Consulte a política de animais publicada pela companhia no seu site oficial.
- Pergunte, pelo canal oficial, quais documentos ela exige e em que formato aceita cada um.
- Confirme que o serviço escolhido aceita o seu animal, porque a regra pode mudar conforme o tipo de transporte contratado.
- Guarde o número de protocolo ou o registro da resposta.
Substituição de documento vencido antes da viagem
Um documento vencido deve ser substituído antes do embarque, não no aeroporto, pois o embarque pode ser recusado. Se o comprovante de vacina antirrábica não estiver válido, o tutor deve regularizá-lo com um veterinário antes da data de saída. Depois da substituição, confira o documento novo contra a lista da companhia.
| Situação no balcão | Consequência prevista | Ação antes da viagem |
|---|---|---|
| Atestado sanitário ausente ou vencido | Possível recusa de embarque | Obter novo atestado com veterinário inscrito no CRMV da UF de origem |
| Comprovante de vacina antirrábica ausente ou sem validade | Recusa de embarque | Regularizar a vacinação com veterinário antes da viagem |
| Requisitos de saúde não apresentados no despacho | Recusa de embarque | Levar cópias de todos os documentos exigidos pela companhia |
Perguntas frequentes
Preciso de GTA para voar com meu cachorro dentro do Brasil?
Não. Segundo o artigo Cartões e Viagens (publicado em 18/10/2026, fonte não oficial), o MAPA não exige GTA para cães e gatos em trânsito nacional. Confirme esse ponto no site do próprio MAPA antes de viajar.
Com quanto tempo de antecedência o atestado sanitário precisa ser emitido?
Não existe um prazo nacional único, porque a validade do atestado é definida por cada companhia aérea. A Azul, por exemplo, aceita para o serviço Pet na Cabine um atestado emitido em até 10 dias antes da viagem. Consulte a companhia escolhida antes de marcar a consulta com o veterinário.
O que muda na documentação se o destino for outro estado?
A referência é a UF de origem, onde o veterinário deve estar inscrito no CRMV. A fonte consultada não traz exigências para o estado de destino, então verifique essas condições separadamente quando a viagem cruzar mais de uma UF.